Receba as informações sobre o projeto de desmonte da UFRJ em primeira mão

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A UFRJ, eleita esse ano a melhor universidade federal do Brasil, corre o risco de perder três institutos de suma importância para o Rio de Janeiro. O Projeto VIVA UFRJ, parceria da universidade com o BNDES e o Banco Fator, prevê a privatização de 50 mil m² do campus da Praia Vermelha, para dar lugar a 14 edifícios comerciais e residenciais de até 20 andares. A previsão é que esse projeto traga novos restaurantes universitários e moradias, novos prédios no campus da Praia Vermelha e na Cidade Universitária e um novo equipamento cultural no espaço que foi ocupado pelo Canecão. Lindo né? Isso se ele não viesse às custas de muitas perdas!

Para que isso seja possível, serão demolidas a Casa da Ciência, o Instituto de Psiquiatria, o Instituto de Neurologia Deolindo Couto, e todo o Parque Arbóreo do Campus. Além disso, esse projeto absurdo compromete a continuidade de atividades educativas e esportivas desenvolvidas pela Escola de Educação Física, abdicando da implantação de equipamentos esportivos e culturais previstos pelo Plano de Desenvolvimento e Uso da Praia Vermelha, que integra o Plano Diretor UFRJ 2020.

Queremos sim a melhoria da universidade e a volta do “Canecão”, mas não faz sentido algum destruir partes essenciais da universidade com a desculpa de que vão colocar um bandejão e uma moradia estudantil para compensar. Seria uma perda enorme para o Rio de Janeiro. Por isso, não vamos ficar de braços cruzados vendo a demolição acontecer. A universidade é nossa e vamos lutar por ela. Estamos de olho e vamos pressionar quando o projeto entrar em votação. Inscreva-se para receber o aviso quando for hora de agir.

















Essa é uma mobilização do Movimento Salva Praia Vermelha, composto por docentes, estudantes, pesquisadores, técnicos, ambientalistas, representantes de entidades da sociedade civil e moradores da Cidade do Rio de Janeiro, que luta contra o projeto Viva UFRJ.

Junto do Meu Rio, acreditamos em uma cidade mais inclusiva, sustentável e democrática. No passado, defendemos o código de legislação ambiental, o fim dos canudos de plástico, a manutenção da secretaria de meio ambiente, entre outras inúmeras campanhas.